sábado, 18 de fevereiro de 2012

Festas ou Enganação?

Analisando a situação atual do país, percebo que não há motivos para comemorar.
Vejo crianças ou pré-adolescentes na rua agindo como se fossem pessoas capazes de manter um relacionamento, sofrer por amor.
Eu, nos meus vinte e três anos, nunca passei por algo assim, quem dirá uma pessoa de doze ou treze anos?

Estamos chegando a um ponto crítico, onde pessoas que não tem capacidade mental pra tal, agem como se fossem adultas, o que esta muito errado.
Ao meu ver, isso é culpa da má educação que temos atualmente, seja escolar quanto familiar.

O simples fato de você deixar uma criança assistir algo que não é recomendado pra tal idade, pode vir a causar reações ruins nelas.
Seja achando que sexo é algo comum, que possa ser feito sem menores preocupações ou seja no fato de desafiar a vontade dos pais.
Dizer não é ruim, mas um sim em uma hora errada, por acabar tornando a pessoa mimada, que sempre vai querer ter o que às vezes não pode.

Mas enfim, este não é o assunto que gostaria de falar, e sim da futilidade do brasileiro.
Futilidade é algo tem mais valor do que uma coisa que realmente precisa ter e é isso que vejo no brasileiro.
Um país, onde temos tudo pra ser grande, pra sermos os melhores, se contenta com o 6º lugar na economia, com elevadas posições no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que esta entre um dos mais corruptos e com maior taxa de impostos.

Eu me pergunto: Como isso é possível ?

Não é, esta é a verdade.
O brasileiro não é burro, mas ao meu ver é conformista, se contenta com o pouco que tem o que ganha.
É horrível viver em um lugar onde um político ganha mais do que um bombeiro ou um policial que se arrisca por nós! E pelo visto, isto não vai mudar tão cedo.

A alegria do brasileiro é contagiante, mas ao meu ver é falsa. É a forma da população esquecer os problemas, as dificuldades, o sofrimento.
É o que a história chama de Pão e Circo, enquanto há comida e diversão, há contentação.

Espero que um dia o brasileiro acorde, e pare de se contentar com pouco, a final, merecemos muito.

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